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Basquetebol em categorias escolares: principais lesões e situações de ocorrências
Luan Queiroz de Abreu, Arlan Bruno Gomes Lima, Antônio Igor da Silva Teodozio, Keven Pereira do Nascimento, Lucas Carlota Amorim, Andre Accioly Nogueira Machado

Última alteração: 2018-05-01

Resumo


Sabe-se que o esporte foi criado com a finalidade de não haver contatos vigorosos para não causar lesões. Entretanto, com o avanço do esporte e suas regras, o basquetebol tornou-se uma prática bastante lesiva, inclusive em categorias não profissionais. Com o objetivo de analisar quais as principais lesões e indicar as situações de ocorrência em praticantes de basquetebol em categorias escolares. Para isso, foi realizada uma pesquisa nas seleções esportivas de 3 escolas, sendo duas de caráter particular e uma de caráter público, com 59 alunos de ambos os sexos, com idade entre 12 e 17 anos. Para a coleta dos dados, foi utilizada uma modificação do questionário da pesquisa de Carazzato, Cabrita e Castropil (1996) a respeito de lesões devido à prática e como foi o retorno ao esporte. Os resultados foram agrupados e avaliados numa perspectiva quantitativa. Foi identificado que 54,2% dos praticantes escolares de basquetebol já tinham sofrido alguma lesão, sendo a contusão a mais relatada, seguida pela entorse. O local mais acometido foram os dedos, mãos e punhos, seguido pelo tornozelo. Se levarmos em conta a região de todo o membro inferior, coxa joelho, perna, tornozelo, pé e dedos, somados juntam 47,2% das lesões mencionadas. Dos incidentes relatados, 80% aconteceram em treinos, sendo a execução de fundamentos a principal causa com 42,3% dos casos.