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Atividade Física e Paralisia Cerebral
Rachel Nunes Solis Guimarães, Ariadenes Souza Soares, Solange Rodovalho Lima, Valéria Manna Oliveira

Última alteração: 2017-09-11

Resumo


Este trabalho foi realizado em parceria com o Programa de Atividades Físicas para Pessoas com Deficiência (PAPD), desenvolvido na Faculdade de educação Física da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), desde 1982. A vivência fez parte da disciplina Prática Pedagógica em Educação Física Adaptada (PIPE 5) que tem por objetivo capacitar o acadêmico do curso de Educação Física para atuar em lazer, reabilitação, iniciação esportiva e/ou competição.
Participou uma aluna de 17 anos de idade com quadriplegia decorrente da Paralisia Cerebral Espástica. As atividades foram planejadas e desenvolvidas por uma acadêmica no primeiro semestre de 2016. Por meio de jogos e brincadeiras, as aulas foram ministradas duas vezes por semana com duração de 50 minutos, alternando-se atividades motoras aquáticas e em sala de psicomotricidade. Na piscina a aluna foi estimulada a movimentar pernas e braços com e sem ajuda física, a caminhar, subir e descer do step e a brincar de pega-pega com os colegas. Na psicomotricidade explorou-se a percepção sensorial com o uso de materiais de várias texturas diferentes que aguçaram a percepção tátil e materiais sonoros. Foram realizados rolamentos, balanceios e movimentos na cama elástica, massagem corporal para relaxamento da musculatura e exercícios de lateralidade e controle corporal na bola de Pilates.

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